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Imagem: Reprodução

Após defender partido nazista, Monark é proíbido de criar novos canais no YouTube

Por Redação

18 de fevereiro de 2022 : 10h26

O YouTube decidiu nesta sexta-feira, 17, proibir o podcaster Bruno Aiub, o Monark, de criar novos canais na plataforma após ele defender, no Flow Podcast, a existência de um partido nazista regulamentado por lei no Brasil.

Monark recebeu um comunicado da própria empresa de que está vetado de criar um novo canal por ter violado “políticas de responsabilidade do criador de conteúdo” estabelecidas pelo YouTube.

“Responsabilidade é prioriedade máxima para o YouTube, é muito importante que os criadores de conteúdo usem sua influência com responsabilidade — dentro e fora da nossa plataforma”, esclarece a plataforma.

O YouTube ainda determinou a suspensão da monetização do atual canal do dito cujo, que deve seguir com os antigos conteúdos disponíveis para visualização. A plataforma ainda estabeleceu que o podcaster não poderá criar um novo canal ou usar outras pessoas para burlar as restrições.

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4 comentários

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Paulo

18 de fevereiro de 2022 às 22h50

O cancelamento que esse rapaz está sofrendo é lição para ele, sim, mas, sobretudo, é ensinamento para a sociedade. Ensina-nos o quão radicais nos tornamos…Que “cultura” é essa que a esquerda nos pespegou?

Responder

    Paulo

    18 de fevereiro de 2022 às 22h53

    E o mais inusitado é que a esquerda, nesse caso, alia-se à direita, pró-Israel (não que devesse ser contra Israel ou antissemita)…

    Responder

Sá Pinho

18 de fevereiro de 2022 às 13h58

A ‘nossa’ Djamila, a cancelar Edmundo por opinar na final do mundial de clubes, que Lukaku é apenas força, nenhuma técnica; a também ‘nossa’ Fernandinha, provocada, a provocar a defesa da Rússia promotora do ‘livre nazismo do Monark’ e não bastando, oportuno, vem agora o ‘deles’ You Tube, a proibir o imbecil ‘livrenazista’ de criar qualquer novo canal no mesmo, por opinar pela existência de partidos nazistas, pra variar sem o menor conhecimento de causa, dentro da normalizada mediocridade que assola o país, desde que diplomados foram pela frequência em narrativas nas redes sociais e pós diplomados com o golpe de 2016, sem esquecer das demais pautas identitárias, não exemplificadas, mas tão longínquas quanto a exemplificada, dos profundos e reais problemas de sobrevivência imediata que afligem e aterrorizam a maior parte da população brasileira.

A patota descolada que nas causas assume-se ‘in vanguard’, e bota ‘in vanguard’ nisso, por exemplo, a da causa racial, ao invés do lugar de fala e outras descoladas mumunhas mais importadas do mundo universitário e artístico norte-americano, a léguas de distância da raiz que sustenta este e todos os problemas identitários no Brasil, a inacreditável desigualdade sem par no mundo, deveria estar menos preocupada com o que acontece no BBB e mais preocupada em saber por que:

Não reage-se aqui, como lá no ‘esteites’, onde a desigualdade e as violências são infinitamente menores, ao não conseguirem mover multidões às ruas pela causa, escancaradamente desproporcional e não correspondente ao tamanho do volume barulhento que conseguem produzir ‘pela causa’ no universo concedido e refrigerado da mídia e do cyber espaço?

Tanto espaço concedido ‘ao lugar de fala’ no bem bom condicionado e, não correspondentemente, tão parco espaço ocupado nas ruas, quando ousam sair da caixinha estrelada e convocar um protesto que seja, quer por violência pontual ocorrida no irmão do norte, quer por violência diária ocorrida ‘fora da normalidade’, no Brasil?

Simples!
Porque afastam a população de enxergar o sujeito do problema raiz que a aflige, ao provocarem uma reação contrária na maior parte da população, que não compra o que focam, não o entende como seu e pior, fica incomodada e ativamente contra.

Basta então ligarem-no ‘à esquerda’, melhor ainda se adjetivado com o indefectível ‘comunista’, garantindo-se que nada mude, como veio a ocorrer em 2018, após retomada do poder em 2016.

Será assim tão difícil descer ao menos por um instante do banquinho da vanguarda em que agigantam-se, pensarem um bocadinho só fora do lugar de fala e deixar para retoma-lo eleições de outubro passadas ou continuarão a fazer a revolução de cima do banquinho, cada vez mais intensamente reativa a cada nova provocação ‘da direita’, que sem lugar de fala, esperta e falante em todo lugar, provoca ‘o fala que eu te escuto’, a incomodar a maioria da população que escuta não compreende, ou pior, compreende a narrativa deles traduzindo-a, e põe-se ativamente contrária a fala do banquinho.

Fala, Djamila, fala que eles te escutam…, e como! (Pois é, no COMO é que reside o busílis.)

Responder

Valeriana

18 de fevereiro de 2022 às 11h58

Disse uma cagada e nada mais.

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