Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Divulgação

Tebet defende projeto “liberal” na economia e “progressista” nos costumes

Por Redação

25 de abril de 2022 : 21h20

Nesta segunda-feira, 25, a senadora e pré-candidata a presidência pelo MDB, Simone Tebet, tentou convencer o eleitorado de que uma candidatura de terceira via é a melhor “solução” para o Brasil.

No entanto, a emedebista fez uma defesa estranha sobre uma possível chapa desse campo alternativo.

Ela disse em entrevista ao Metrópoles que a junção deveria ser entre “liberais na economia e progressistas na pauta de costumes”. “O que nos une é muito maior do que as nossas pequenas diferenças”, emendou.

“Esses partidos não estão unidos à toa. Há consciência e convicção de que a democracia brasileira merece nomes alternativos e alternativas viáveis. Segundo, há um consenso de que essa frente democrática tem uma responsabilidade muito grande com o Brasil: acabar com essa polarização ideológica, pacificar o Brasil e defender, acima de tudo, os valores das instituições democráticas”.

Sobre o ex-presidente Lula (PT), que praticamente já fechou alianças com caciques do MDB no Nordeste, Tebet avalia que o líder progressista radicalizou nas ideias.

“Não sabemos que PT é esse e que Lula está vindo aí. É um Lula que acabou de sair de uma prisão, que se sente mártir de um processo político, que começa a radicalizar nas ideias. Que PT é esse e que Lula é esse que está vindo aí?”, questiona.

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2 comentários

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Nelson

27 de abril de 2022 às 15h00

Então, a destruição do Estado nacional vai continuar até que se atinja o seu completo desmantelamento. Como já estava previsto no “Umbrella Deal” e no projeto imposto a partir do golpe de Estado de 2016.

Notadamente a partir do governo Sarney, enveredamos mais e mais por esse tal de liberalismo e, até hoje, só temos colhido o aumento da pobreza e da concentração de renda em poucas mãos.

Nos governos do PT até houve algum arrefecimento na destruição do Estado nacional. Ainda assim, bem tímido. Os governos do PT tinham a obrigação de serem muito mais contundentes, incisivos, na reconstrução do Estado brasileiro. Não foram.

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Paulo

26 de abril de 2022 às 00h26

Mas é exatamente o contrário, minha filha!

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