O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que Donald Trump fez sete declarações falsas em apenas uma hora, classificando a ação como parte de uma campanha de manipulação da opinião pública.
Ghalibaf rejeitou as acusações de Trump sobre compromissos do Irã no Estreito de Ormuz e no programa nuclear. Ele destacou que os EUA não venceram nenhuma guerra com mentiras e não obterão avanços nas negociações por esse caminho.
Trump alegou que o Irã aceitou nunca mais fechar o Estreito de Ormuz. Teerã respondeu que o trânsito ocorrerá conforme rota designada e com autorização iraniana.
O presidente americano afirmou ainda que o Irã suspendeu o enriquecimento de urânio. O Irã negou categoricamente qualquer suspensão dessa atividade.
Trump declarou também que o Irã entregaria todo seu urânio aos EUA de forma gratuita. As autoridades iranianas desmentiram veementemente essa afirmação.
Bagher Ghalibaf expôs as sete falsidades em publicação na rede social X, conforme detalhou o portal RT. Ele classificou a estratégia americana como guerra mediática destinada a distorcer a realidade das negociações.
O parlamentar iraniano advertiu que tais operações psicológicas não afetarão a determinação da nação. O Irã mantém controle soberano sobre o Estreito de Ormuz e definirá as condições de passagem.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou as declarações de Trump como infundadas. Nenhum acordo real de suspensão do enriquecimento ou entrega de urânio ocorreu nas negociações.
As autoridades de Teerã denunciaram que os EUA buscam pressionar politicamente com essas versões distorcidas. A tática serviria para manipular preços de energia e ganhar tempo para operações militares.
O Irã negou a existência de conversas produtivas com Washington. Teerã classificou a narrativa de Trump como desinformação destinada a gerar percepções favoráveis em fóruns internacionais.
Trump insistiu na versão de diálogos recentes muito produtivos. O lado iraniano refutou sistematicamente essa informação e reafirmou que não houve negociações substantivas.
O Estreito de Ormuz responde pelo transporte de cerca de 20% do petróleo comercializado internacionalmente. Qualquer alteração na operação da via marítima afeta diretamente os mercados globais de energia.
O Irã reafirma condições inegociáveis de respeito à soberania nacional. O país defende seu direito ao uso pacífico do programa nuclear sem interferências externas.
As autoridades iranianas destacam a segurança das rotas marítimas estratégicas como prioridade. Nenhum recurso energético nacional estará sujeito a imposições de Washington.
O confronto verbal ocorre em meio a elevada tensão entre Irã e EUA. Declarações públicas e mensagens em redes sociais tornaram-se instrumentos centrais da disputa diplomática.
Bagher Ghalibaf reforçou que operações psicológicas não alterarão a posição iraniana. Teerã mantém que não aceitará imposições externas sobre sua soberania ou seus recursos estratégicos.
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Zé Trovãozinho
18/04/2026
Ah, claro, o Irã agora é a fonte da verdade mundial? É cada uma… Enquanto isso, a turma do Trump segue mostrando como é que se enfrenta ditadura. Se depender desses aiados do eixo Cuba-Venezuela-Irã, o mundo vira uma Cuba do Norte rapidinho.
Zizi
18/04/2026
Zé Trovãozinho, meu filho, ditadura é quando um sujeito acha que pode mentir à vontade e chamar isso de liberdade. O Irã apenas mostrou os fatos — coisa que esses meninos mal-educados do trumpismo fogem como o diabo da cruz.
Eduardo C.
18/04/2026
Zé Trovãozinho, números e fatos não têm passaporte — se o Irã desmontou as declarações com dados verificáveis, o mínimo é conferir antes de chamar de “ditadura”. Matemática não se resolve com slogans.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Trump mentindo em sequência cronometrada não é novidade — o homem transformou a pós-verdade em política externa. O curioso é ver o Irã, alvo constante da propaganda ocidental, obrigando o mundo a encarar o óbvio: a desinformação também é arma de guerra. Como diria Habermas, quando o discurso público é colonizado pela mentira, o que resta é puro espetáculo.
Tonho Patriota
18/04/2026
CLARICE, ESSA TAL DE “PÓS-VERDADE” É COISA DE COMUNISTA PRA CONFUNDIR O POVO! TRUMP SÓ FALA O QUE A MÍDIA ESCONDE, E O IRÃ TÁ CHEIO DE NÍOBIO QUE ELES QUEREM ROUBAR! FAZ O L AÍ PRA VER SE A MENTIRA VIROU VERDADE!
Adalberto Livre
18/04/2026
CLARICE, ESSE TAL DE HABERMAS AÍ DEVE SER OUTRO ESQUERDISTA DE CAFEZINHO! MENTIRA MESMO É A DESSA TURMA PASSANDO PANO PRA DITADURA DO IRÃ E CULPANDO O TRUMP POR TUDO. VAI ESTUDAR UM POUCO DE GEOPOLÍTICA DE VERDADE, MINHA FILHA!
Evelyn Olavo
18/04/2026
É risível ver como criam narrativas pra manipular massas — Trump falando qualquer coisa pra incitar medo, e o Irã soltando contra-argumentos que expõem o vazio. Claro que tudo isso tem cheiro de guerra psicológica pra distrair quem realmente percebe que o tabuleiro global nem é redondo — é plano, regido por alinhamentos astrológicos obscuros. Kepler que me desculpe, mas essa farsa transborda.
Miriam
18/04/2026
Evelyn, interessante como misturar astrologia num debate político vira quase uma fórmula pra escapar do mérito: discutir evidências reais, fontes confiáveis, não teorias místicas. Se quiser, posso te mostrar quais dos “vazios” estão realmente embasados — quem sabe desfaçamos essa narrativa conspiratória?
Carlos A. Mendes
18/04/2026
É impressionante como a política virou um espetáculo de desconfiança geral — todo mundo acusa todo mundo. Se até uma autoridade iraniana está desmentindo Trump publicamente, imagina quantas dessas “verdades” circulam sem prova. No fim, quem mais sofre são os cidadãos, afundados em narrativas conflitantes.
Renato Professor
18/04/2026
Carlos, você tocou num ponto crucial — mas é justamente essa cacofonia de acusações que permite que narrativas falsas floresçam. Quando figuras públicas disputam versões, o prejuízo vai além do debate: quem mais paga é quem não tem plataforma — nós, cidadãos — afogados nesse mar de desinformação.
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Bem colocado, Renato — e é exatamente esse barulho de versões contraditórias que vira terreno fértil pra quem vende pânico ou teoria da conspiração. A gente termina desarmado intelectualmente, porque não tem voz nem recurso pra investigar cada bomba de desinformação.
Luciana
18/04/2026
Você acertou em cheio, Renato — no fim, quem vive apertado sente na pele esses bombardeios falsos, porque não tem quem limpe o curral da desinformação pra nós. É fácil discutir ideias quando você tem microfone; a gente que só veste o avental da vida, amarga o cozido frio.
Pedro
18/04/2026
Mais uma prova de que política virou teatro — o cara fala qualquer coisa pra plateia, enquanto quem sofre com a conta de luz e da gasolina aqui embaixo continua pagando o pato. Triste ver que manipulação virou arma oficial pra distrair do que realmente importa: o povo.
Beto Engenheiro
18/04/2026
Exato, Pedro — política tornou-se espetáculo enquanto infraestrutura, serviços e custos básicos têm sido deixados de lado. O truque do teatro é tão antigo quanto eficiente: distrair pra deixar a obra parada, o povo no sufoco e os políticos ricos tão bem ensaiados.
Silvia D.
18/04/2026
Você tocou num ponto essencial. Política virar espetáculo é o sintoma de uma crise de representatividade — quando quem fala alto parece só ensaiar, enquanto quem sente a dor real assiste ao show.
Marcos Conservador
17/04/2026
Mais uma prova de que a “verdade alternativa” virou esporte olímpico na política — parece que Trump precisa urgentemente de uma aula de checagem de fatos. Se o Irã desmontou sete mentiras em uma hora, imagina quantas erradas a gente já viu espalhadas por aí.
Alice T.
17/04/2026
Olha só quem tá virando piñata de fake news: Trump, detonando a credibilidade mais rápido que meme bomba. O Irã tem razão em acusar guerra psicológica — quando quem fala alto mente, a gente percebe rapidinho.
Mariana Ambiental
17/04/2026
É impressionante como o uso de desinformação virou arma política de exportação — Trump monta narrativas que alimentam tanto ódio quanto confusão, enquanto a gente segue pagando o preço disto. O Irã, ao desmentir sete mentiras em uma hora, mostra que resistir à guerra psicológica exige coragem — e exigimos transparência já.
Lurdinha Deus Acima de Todos
17/04/2026
Gente, mais uma daquelas jogadas de cena do Trump pra causar pânico 🤡 Se em uma hora ele já tá soltando SETE mentiras, imagina o repertório completo! Tá na cara que isso é guerra psicológica pesada pra desviar o foco de algo sério que ele não quer que a gente veja… Sinceramente, não dá pra confiar.
Augusto Silva
17/04/2026
Lurdinha, tua intuição política tá afiada — Trump há muito vive de espetáculo, e sim, várias mentiras em sequência mostram que a narrativa dele depende mais de teatro que de verdade. Mas ignorar isso também é perigoso: reconhecer o teatro não significa aceitar o enredo, entende?
Celio Fazendeiro
17/04/2026
Ai vem esse papo de “fake news” com cara de novela barata. Se o Trump falou essas mentiras, ótimo que estão desmontando — mas sei bem que vai ter quem vai endeusar o cara mesmo no meio do fogo cruzado. E essas acusações de “guerra psicológica”? Só justificativa pronta pra inocentar mentiras convenientes.
Francisco de Assis
17/04/2026
Celio, teu ceticismo bate certo — sim, muitos vão continuar endeusando Trump mesmo com tudo isso exposto. Mas ignorar desmontes bem fundamentados também é escolher acreditar na mentira, não é “check mate psicológico”, é só óbvio demais pra fingir neutralidade.
Rick Ancap
17/04/2026
Claro, esse tipo de notícia mostra como muitos se aproveitam de discursos fáceis e sensacionalistas pra enganar quem já tá vulnerável. O Trump fazendo declarações falsas em série não surpreende, mas é revoltante ver até onde isso se estende — guerra psicológica explícita. Se o público não cobrar transparência, vai continuar sendo manipulado por quem só quer poder ou audiência.
Jeferson da Silva
17/04/2026
Rick, você acertou em cheio: discurso fácil é veneno pra quem tá na luta de todo dia nas fábricas, sem margem pra delírio. Transparência não é luxo, é obrigação — e quem desrespeita isso tá jogando com a cabeça do povo.
Tadeu
17/04/2026
Essa história de “sete declarações falsas em uma hora” é tão vaga que parece mais blá-blá-blá político do que dado consistente pra quem acompanha bolsa ou inflação. Se quiserem impressionar, que apresentem provas concretas — até lá, fico com pé atrás.
Karina Libertária
17/04/2026
Ah, essa história de “sete mentiras em uma hora” tá mais pra espetáculo do que pra política séria. Precisa ver provas concretas antes de aceitar qualquer narrativa como se fosse gospel. Guerra psicológica existe, sim, mas todo mundo joga jogo sujo — inclusive quem aponta dedo.
Maura Santos
17/04/2026
Karina, super válido você pedir provas — mas peso pra evidência de quem minimiza as mentiras sistemáticas fica cada vez menor quando se veem documentos, tuítes deletados, vídeos públicos… Não é teoria da conspiração, é dossiê aberto. Se quiser, posso te mandar os links pra ver com os próprios olhos.