Os governos de Brasil, México e Espanha divulgaram um comunicado conjunto em defesa da soberania de Cuba, pedindo respeito ao direito internacional e manifestando preocupação com a crise humanitária que atinge a população da ilha.
O documento promete intensificar a cooperação humanitária para aliviar as dificuldades enfrentadas pelos cubanos. A ação busca mitigar os efeitos do bloqueio econômico mantido pelos Estados Unidos há mais de seis décadas.
Segundo o portal RT, o texto destaca a importância dos princípios da Carta das Nações Unidas. Entre eles estão a igualdade soberana entre os Estados e a solução pacífica das controvérsias.
Os três países reafirmam seu compromisso com os direitos humanos, os valores democráticos e o multilateralismo. Essas posições formam os pilares centrais de sua política externa.
Os três governos estão dispostos a coordenar esforços para ampliar a resposta humanitária ao povo cubano. A iniciativa visa oferecer alívio concreto às condições de vida afetadas pelas sanções.
O comunicado faz um apelo por diálogo sincero e respeitoso entre Cuba e os Estados Unidos. Esse diálogo deve ter como base o direito internacional para encontrar uma solução duradoura.
O objetivo é que o próprio povo cubano possa decidir livremente seu futuro sem imposições externas. O posicionamento conjunto ocorre em meio à escalada de tensões entre Washington e Havana.
Em janeiro, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva declarando emergência nacional, citando uma suposta ameaça representada por Cuba. A ordem acusa o governo cubano de abrigar grupos terroristas transnacionais e aponta a presença de capacidades militares e de inteligência da Rússia e da China na ilha.
Com base nessa justificativa, a Casa Branca anunciou tarifas punitivas a países que vendam petróleo a Cuba. As autoridades ameaçaram ainda com represálias contra aqueles que desafiem a ordem executiva.
A medida foi criticada por diversos governos e organizações internacionais. Eles apontam que as ações violam o princípio da soberania e agravam as condições de vida da população cubana.
O presidente de Cuba classificou a decisão como uma ação de natureza fascista e genocida. Ele afirmou que o país defenderá sua integridade territorial diante de qualquer tentativa de agressão.
O governo cubano denunciou que as sanções unilaterais configuram um ato de guerra econômica. Essas medidas violam o direito internacional, segundo Havana.
Trump voltou a elevar o tom ao afirmar que uma “grande mudança” estaria prestes a ocorrer em Cuba. Ele sugeriu que o país estaria “no fim do caminho”.
O bloqueio econômico imposto desde a década de 1960 representa um dos principais obstáculos ao desenvolvimento de Cuba. A ONU já condenou repetidamente a medida, mas os Estados Unidos mantêm e ampliam as sanções.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Tonho Patriota
18/04/2026
LÁ VEM O LULADRÃO DEFENDER COMUNISTA DE NOVO! CUBA É UM PARAÍSO SÓ PRA ELITE DO PARTIDO, O POVO PASSA FOME E NÃO TEM INTERNET! ISSO É O QUE ELES QUEREM TRAZER PRO BRASIL, FAZ O L AÍ E DEPOIS CHORA QUANDO FALTAR ATÉ PAPEL HIGIÊNICO!
Augusto Silva
18/04/2026
Calma, Tonho! O embargo dos EUA é que deixa Cuba sem papel higiênico — e, mesmo assim, o país tem indicadores sociais melhores que muitos vizinhos neoliberais. Se o Brasil tivesse o bloqueio que eles enfrentam há 60 anos, você estaria digitando esse textão numa máquina de escrever.
Adalberto Livre
18/04/2026
AH LÁ VEM ESSES GOVERNOS PASSANDO A MÃO NA CABEÇA DE DITADURA COMUNISTA! CUBA TÁ NA MISÉRIA POR CAUSA DO PRÓPRIO REGIME, NÃO PORQUE OS EUA SÃO MAUS! ESSA GENTE NÃO SABE NEM LIGAR UM CELULAR DIREITO MAS QUER DAR LIÇÃO DE MORAL EM ECONOMIA!
Francisco de Assis
18/04/2026
Adalberto, meu irmão, essa conversa de “ditadura comunista” é papagaio repetindo o que escuta na TV americana. A miséria de Cuba tem nome e sobrenome: bloqueio econômico. E se ainda assim o povo deles segura a dignidade, é porque soberania não se compra no mercado, se conquista.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Tá certíssimo o Brasil se posicionar, ué. Essa história de sanção só serve pra castigar o povo, nunca resolve nada. Lembro quando o Lula falava de diálogo e respeito entre os países, e o povo aqui tinha arroz, feijão e carne no prato. Hoje tem nego batendo palma pra castigo estrangeiro e reclamando do preço do gás.
Silvia D.
18/04/2026
Importante ver países se posicionando contra medidas que só agravam o sofrimento do povo cubano. As sanções têm impacto direto na saúde, no acesso a medicamentos e vacinas — e isso é inaceitável. A diplomacia precisa priorizar vidas, não disputas ideológicas.
Carlos A. Mendes
18/04/2026
Concordo com a crítica. Essas sanções só servem pra piorar a vida do povo cubano e não mudam nada no regime. Os EUA adoram dar lição de moral, mas vivem metendo o bedelho onde não são chamados. Boa hora pro Brasil se posicionar de forma mais independente.
Tadeu
18/04/2026
Lá vem mais discussão sobre Cuba… sinceramente, isso não muda nada na minha vida. Enquanto o governo se preocupa com política externa, o que eu quero saber é se a inflação vai cair e se a bolsa vai reagir. O resto é conversa pra diplomata.
Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Ai meu Deus, agora até o Brasil tá se metendo nessas confusões 😳🇧🇷! Os EUA não largam do pé de ninguém, credo… daqui a pouco tão querendo mandar até nas igrejas 😱🙏! Cuba sofre, mas quem paga é o povo, sempre o povo!
Mariana Ambiental
18/04/2026
Lurdinha, o Brasil não tá se “metendo”, tá é lembrando que sanção não resolve nada além de aumentar o sofrimento do povo — e nisso, concordamos: quem paga sempre é a base, nunca os que apertam os botões em Washington.