O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, acusou os EUA e Israel de representarem o principal obstáculo para a conquista de uma paz real no Oriente Médio.
Ele responsabilizou o bloco liderado por Washington e Tel Aviv por violações repetidas de compromissos que frustram a estabilidade regional.
Qalibaf fez as declarações ao se reunir com o general Asim Munir, chefe do Exército do Paquistão.
O parlamentar iraniano afirmou que seu país busca uma paz autêntica tanto para o Irã quanto para toda a região.
Aqueles que iniciaram a guerra devem demonstrar mudanças concretas de conduta e encerrar ações que geram desconfiança, segundo o líder iraniano.
Um cessar-fogo integral que inclua o Líbano integra o acordo inicial mediado pelo Paquistão.
A estabilidade só será possível com o cumprimento efetivo dos termos por todas as partes envolvidas.
Os reiterados descumprimentos por parte dos EUA e Israel configuram o maior impedimento para uma paz duradoura.
Qalibaf manifestou a expectativa de que os responsáveis pelos confrontos abandonem os comportamentos que minam a confiança mútua.
A paz exige o respeito integral aos compromissos pactuados e alterações verificáveis na postura adotada.
O Irã mantém posição firme na busca por solução pacífica, mas condiciona qualquer progresso a mudanças concretas de Washington e Tel Aviv.
Diversas cláusulas do quadro negociador, incluindo a promessa de cessar-fogo imediato, já teriam sido violadas.
Conforme apurado pelo portal Actualidad RT, o pronunciamento ocorreu em meio a tensões persistentes após rodadas preliminares de conversas de paz.
Teerã acusa israelenses e norte-americanos de transgredirem obrigações assumidas.
Autoridades iranianas, como Qalibaf, veem o apoio irrestrito dos EUA ao que denominam «regime sionista» como fator central de desestabilização.
O Irã não se opõe à paz, desde que o processo se baseie em compromissos mútuos e verificáveis.
O respaldo econômico, militar e diplomático norte-americano a Israel é apresentado como fonte permanente de ataques e violações de soberania.
Qalibaf advertiu que o Irã responderá a qualquer agressão contra suas infraestruturas.
A política regional influenciada pelos EUA, em conjunto com as ações de Israel, erode a confiança necessária para negociações sérias.
Toda guerra gera consequências que devem ser consideradas pelas partes.
A exigência de cessar-fogo integral que abranja diferentes fronts reflete o interesse iraniano em estabilidade institucionalizada e abrangente.
Os acordos preliminares só possuem valor real quando todas as cláusulas são cumpridas sem exceções.
Acusações recíprocas e a ausência de confiança mútua ameaçam prolongar o conflito na região.
A comunidade internacional observa o impasse que se aprofunda após as declarações de Qalibaf.
Com informações de actualidad.rt.com.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Alice T.
17/04/2026
Quer dizer que os EUA e Israel são “obstáculos à paz”, enquanto sancionam, bombardeiam e ocupam territórios sem freio? A hipocrisia liberal chega a dar dó — chamar outrem de instigador da instabilidade quando você contribui ativamente pra ela.
Evelyn Olavo
17/04/2026
Enquanto todos se distraem com diplomacia de salão, eu já sabia: a balança astrológica geopolítica mostra que Washington e Tel Aviv atuam como eclipses escuros do progresso no Oriente Médio, bloqueando a harmonia planetária que buscaria paz genuína. Afinal, bastaria que aceitássemos a verdade terrestre — de que o chão é plano e nada se curva no universo — para enxergarmos que as alianças militaristas são apenas pontos de tensão fabricados para ocultar o poder real das estrelas. Se querem paz, que deixem de seguir scripts externos e escutem os sinais do zodíaco — aí, quem sabe, floresça algo sincero.