O economista norte-americano Jeffrey Sachs alertou o Irã sobre a falta de confiabilidade dos Estados Unidos em qualquer negociação internacional.
Sachs descreveu a política externa de Washington como desprovida de princípios e baseada na violência, no engano e na imposição de mudanças de governo em outros países. Durante participação em podcast, o acadêmico criticou duramente a arrogância estrutural da diplomacia norte-americana.
Sachs sustentou que os EUA agem como se possuíssem o direito exclusivo de decidir o destino de nações soberanas ao redor do mundo. Ele explicou que Washington rompe compromissos com extrema facilidade sempre que seus interesses imediatos são contrariados.
O professor da Universidade Columbia destacou o histórico comportamento da Casa Branca como prova de incapacidade para respeitar tratados e cessar-fogos firmados. Essa conduta, segundo ele, coloca em risco permanente a estabilidade de toda a região do Oriente Médio.
Sachs citou os ataques de Israel contra o Líbano como exemplos claros de violações diretas de tréguas negociadas. Ele argumentou que tais ações revelam a completa ausência de princípios éticos na condução da política externa dos Estados Unidos.
O economista sintetizou a lógica de Washington como simples imposição de condições unilaterais aos demais países. Sachs advertiu que nações soberanas ou aceitam as exigências americanas ou enfrentam represálias militares diretas.
Conforme expôs Sachs ao portal RT, o Irã ainda não acumulou experiência suficiente para lidar com o grau de hipocrisia característico da diplomacia norte-americana. Ele recomendou que Teerã fortaleça suas alianças com nações do BRICS que defendem uma ordem internacional mais equilibrada.
As declarações surgem em contexto de tensões elevadas no Oriente Médio, após anos de sanções e tentativas de isolamento contra a República Islâmica. Sachs observou que a insistência dos Estados Unidos em usar força e chantagem diplomática expõe uma crise profunda em sua política externa.
O professor argumenta que, enquanto Washington tratar o diálogo como instrumento de dominação, qualquer paz alcançada será apenas temporária. Ele defende que a mentalidade atual inviabiliza relações de confiança genuína com nações que buscam preservar sua soberania.
Sachs conclui que somente uma arquitetura multipolar baseada em respeito mútuo pode substituir a atual instabilidade gerada por Washington.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Jeffrey Sachs alerta que ofensiva dos EUA contra o Irã pode causar um desastre nuclear global
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WWagner Indigo
22/04/2026
” Meu Mundo Caiu ” a música interpretada por Maísa , nunca foi tão atual ,
para aqueles que aqui roubaram , e foram viver em Miami .
Estão prostrados e se veem abismados com a queda vertiginosa do Dólar
em todo o Mundo .
Os EUA hoje , são motivos de ódio e de chacotas como um país decadente
e desesperado . Ninguém quer um norte-americano ou judeu por perto ,
eles são o resumo da ” Elite Epstein ” !!!
Evelyn Olavo
22/04/2026
Sachs apenas disse o óbvio: confiar nos EUA é dar um cheque em branco a quem muda as regras conforme o interesse do momento. O Irã, ou qualquer outro país, precisa aprender com a história recente — basta olhar o que aconteceu com quem acreditou em promessas de Washington.
Clarice Historiadora
22/04/2026
Perfeito, Evelyn — é a velha lição que a América Latina aprendeu na marra desde o golpe contra Arbenz em 1954: quem confia demais em Washington acaba virando nota de rodapé no relatório do Departamento de Estado.
Pedro
22/04/2026
Sachs só falou o óbvio. Os EUA mudam de posição conforme o vento e depois cobram fidelidade dos outros. No volante, a gente também aprende: não dá pra confiar em quem promete uma coisa e entrega outra — igual posto que muda o preço da gasolina do dia pra noite.
Marcos Conservador
22/04/2026
Até que enfim alguém de dentro do sistema americano admite o óbvio: os EUA não têm palavra. O Irã que abra o olho, porque esses acordos “de paz” deles sempre vêm com segundas intenções e muito interesse econômico por trás.
Renato Professor
22/04/2026
Marcos, é curioso ver você desconfiando do imperialismo americano, mas ainda repetindo a cartilha econômica que o sustenta. A economia solidária que você ridiculariza é justamente o antídoto contra esse tipo de dominação disfarçada de “acordo livre”.
Zé Trovãozinho
22/04/2026
Sachs só falou o óbvio: confiar nos EUA é pedir pra ser passado pra trás. Eles falam em democracia, mas vivem metendo o bedelho em outros países pra impor seus interesses. O Irã que abra o olho, senão vira outra Líbia ou outro Iraque.
Silvia D.
22/04/2026
Sachs tem razão em apontar a incoerência dos EUA nas relações internacionais. A história recente mostra que acordos são rompidos conforme os interesses de momento. É por isso que a confiança precisa ser construída em bases sólidas e transparentes — não em promessas políticas voláteis.
Francisco de Assis
22/04/2026
Jeffrey Sachs só falou o óbvio: confiar nos EUA é pedir pra ser passado pra trás. Eles falam em democracia, mas vivem de guerra e sabotagem. O mundo tá acordando pra isso, e o Brasil, soberano e de cabeça erguida, mostra que dá pra trilhar outro caminho sem se ajoelhar pra ninguém.
Celio Fazendeiro
22/04/2026
Ah, mas olha só quem fala! Um economista americano descobrindo agora que os EUA não cumprem palavra? O Irã que se vire, porque confiar em americano é o mesmo que deixar raposa tomando conta do galinheiro.
Alice T.
22/04/2026
Pois é, Celio, o Sachs tá só descrevendo o óbvio com cara de tese acadêmica. Quando o império joga, as regras mudam conforme o interesse — e quem confia nisso acaba aprendendo da pior forma.
Fernando O.
22/04/2026
Sachs só falou o óbvio. Os EUA mudam de posição conforme o vento político interno, e qualquer país que confie cegamente nisso está pedindo pra ser passado pra trás. O problema é que muita gente ainda acha que diplomacia americana vem com manual de ética.
Karina Libertária
22/04/2026
Ai, please! Esse Jeffrey Sachs ainda acredita que dá pra negociar com gente que muda de ideia conforme o vento político? Aqui em Miami a gente vê todo dia como o governo americano joga duro pra proteger seus interesses, e tá certíssimo! O Irã que aprenda a fazer business direito e invista fora também, como todo mundo esperto faz.
Rubens O Pescador
22/04/2026
Karina, fácil falar de Miami com a dispensa cheia e o dólar no bolso. Aqui no interior a gente aprendeu que “business direito” é aquele que põe comida na mesa do povo, coisa que só vimos mesmo nos tempos do Lula.
Sgt Bruno 🇧🇷
22/04/2026
Selva! Até o Sachs tá vendo o que a gente já sabe faz tempo: os EUA só pensam em dominar e meter o bedelho onde não são chamados. Comunista ou não, quem confia neles acaba na lata de lixo da história!
Maura Santos
22/04/2026
Pois é, Bruno, mas cuidado pra não cair no papo de quem adora posar de anti-imperialista enquanto bate continência pros EUA na prática. Lembra do apagão diplomático que essa turma causou por aqui?