O Exército dos Estados Unidos afirmou que monitora de perto relatos sobre a expulsão a tiros de duas embarcações no estreito de Ormuz.
Pelo menos dois navios mercantes relataram terem sido atingidos por disparos ao tentarem cruzar a passagem estratégica. O episódio ocorre em meio ao acirramento das tensões entre Washington e Teerã.
O governo iraniano anunciou o restabelecimento total do controle militar sobre o trânsito marítimo na rota. A República Islâmica justificou a medida pelas violações e atos que descreve como pirataria cometidos pelos Estados Unidos.
Conforme apontou o portal RT, o bloqueio do estreito foi quase total após o início das operações iranianas na região. Cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializados no mundo passam por essa via vital.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, declarou que o país havia optado pela reabertura parcial do estreito para facilitar o comércio internacional. A iniciativa buscava reduzir riscos de incidentes marítimos durante período de trégua.
O Irã advertiu que a continuidade do bloqueio naval americano será vista como violação direta e levará ao fechamento completo da passagem. Essa posição reforça a determinação de Teerã em defender sua soberania sobre as águas territoriais.
O estreito de Ormuz localiza-se entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã. Ele representa um dos pontos mais sensíveis da geopolítica energética global.
Qualquer interrupção prolongada afeta imediatamente os preços internacionais do petróleo e as rotas de abastecimento para Ásia e Europa. O controle dessa passagem tem gerado disputas desde a Revolução Islâmica de 1979.
Os Estados Unidos apresentam sua presença militar como medida de segurança para a navegação comercial. O Irã sustenta que a via integra sua zona de segurança e que possui direito legítimo de proteger o trânsito.
Analistas observam que o novo episódio reflete a confrontação prolongada entre as posições de Washington e Teerã. O risco de incidentes militares diretos na região volta a gerar preocupação.
O desfecho dessa crise pode alterar o equilíbrio de forças no Oriente Médio. O estreito de Ormuz segue como epicentro de disputas por influência e recursos energéticos mundiais.
Com informações de actualidad.rt.com.
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Celio Fazendeiro
18/04/2026
Lá vem mais um barril de pólvora no Oriente Médio e a imprensa fingindo surpresa. O Irã faz o que qualquer país com soberania faria: protege seu território. Se os americanos não metessem o bedelho em tudo, esse tipo de incidente nem existiria.
Zizi
18/04/2026
Pois é, Celio, soberania não é brinquedo de criança — quem vive metendo o bedelho nos quintais alheios costuma se queimar com o próprio fósforo. Esses meninos mal-educados de Washington nunca aprenderam isso nas aulas de história.
Fernando O.
18/04/2026
O estreito de Ormuz é o gargalo por onde passa boa parte do petróleo do planeta. Qualquer tiro ali faz o preço do barril dar pirueta. Antes de cair na histeria geopolítica, vale olhar os números de produção e exportação do Irã e ver se isso é blefe ou escalada real.
Francisco de Assis
18/04/2026
Rapaz, o mundo tá pegando fogo e o povo ainda acha que é brincadeira. O Irã tá mostrando que não vai mais se ajoelhar pra ninguém, e isso é reflexo de um novo equilíbrio global que o Brasil também ajuda a construir. É soberania pra todo lado, e os EUA que aprendam a respeitar os outros povos.
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Selva! Isso aí é o que dá quando o mundo fica passando pano pra comunista e terrorista. Tem que mostrar força no mar, disciplina e ordem, não papo mole de diplomata frouxo. Se fosse o Brasil com governo decente, já tinha mandado fragata pra lá e mostrado quem manda!
Renato Professor
18/04/2026
Sargento, disciplina e ordem não se confundem com pirataria internacional. Mandar fragata sem mandato é bravata de botequim, não política externa séria.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Mais um exemplo claro de como o mundo está virando um barril de pólvora enquanto o Ocidente finge que tem controle. O Irã faz o que quer porque sabe que ninguém vai reagir de verdade. Depois reclamam quando outros países decidem se armar até os dentes.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Ô Zé, controle mesmo a gente tinha era quando o povo comia churrasco no domingo e o botijão cabia no bolso. Agora o Ocidente e esse mercado maluco só controlam o preço do arroz e da gasolina, e olhe lá.
Eduardo C.
18/04/2026
Tudo nesse episódio mostra o quanto o equilíbrio no estreito de Ormuz é frágil. Antes de qualquer julgamento, quero ver números concretos: quantos navios realmente foram atingidos e qual a extensão dos danos? Sem dados verificáveis, é só barulho geopolítico.
Tadeu
18/04/2026
Mais uma confusão no Oriente Médio… sinceramente, isso só me preocupa se começar a mexer com o preço do petróleo e, consequentemente, com a inflação aqui. Enquanto o dólar e os combustíveis ficarem estáveis, o resto é barulho.
Karina Libertária
18/04/2026
Gente, é cada vez mais claro que o mundo tá um caos porque falta liderança de verdade! Se o Trump ainda estivesse no comando, ninguém se atrevia a fazer esse tipo de move. Aqui de Miami fico vendo esse pessoal achando que o Brasil vai escapar ileso… precisa investir fora, abrir a mente, stop thinking small!
Clarice Historiadora
18/04/2026
Karina, essa nostalgia de império americano é curiosa — o Trump não impediu nem o Talibã de voltar a Cabul, quem dirá o Irã de patrulhar o próprio quintal. Liderança de verdade não é quem grita mais alto, é quem entende o tabuleiro geopolítico.