A Marinha do Exército Popular de Libertação da China iniciou uma nova fase de testes com o Sichuan, o maior e mais avançado navio de assalto anfíbio do país.
A embarcação da classe Yulan, tipo 076, partiu de Xangai rumo ao mar da China Meridional para conduzir missões de pesquisa científica e treinamento inter-regional. As autoridades militares chinesas comunicaram que a operação servirá para avaliar múltiplos sistemas de bordo e plataformas tecnológicas de nova geração.
Conforme reportou o portal RT, a missão faz parte de um plano rotineiro de capacitação da tripulação, sem direcionamento contra qualquer país ou região específica.
O navio, identificado pelo código de casco 51, é o primeiro de sua classe e já completou com sucesso várias provas no mar desde sua botadura. A estreia dessas avaliações ocorreu em novembro de 2024, marcando um importante passo no desenvolvimento naval chinês.
Com deslocamento superior a 40 mil toneladas, o Sichuan foi projetado para lançar e operar simultaneamente drones de asa fixa, helicópteros e embarcações de desembarque. Tal configuração confere ao navio grande versatilidade, permitindo apoiar operações anfíbias, missões de vigilância e respostas rápidas em áreas estratégicas do Pacífico.
O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, sediado nos Estados Unidos, examinou imagens de satélite do Sichuan ao longo de 2024. Os especialistas concluíram que a embarcação constitui o maior navio de assalto anfíbio do mundo em atividade.
A coberta de voo do Sichuan mede cerca de 260 metros de comprimento e 52 metros de largura. Essa superfície totaliza mais de 13,5 mil metros quadrados, o equivalente a quase três campos de futebol americano.
Essas dimensões colocam o navio chinês à frente de embarcações comparáveis de outras marinhas, evidenciando o progresso da China na criação de equipamentos navais sofisticados com tecnologia nacional. Analistas militares ressaltam que o tipo 076 integra sistemas de propulsão e controle automatizado de última geração.
A embarcação conta ainda com infraestrutura dedicada ao emprego de aeronaves não tripuladas em larga escala. O avanço naval se insere no quadro de modernização acelerada das forças armadas chinesas, que visa consolidar a soberania marítima de Pequim no mar da China Meridional e adjacências.
Para as lideranças em Pequim, o Sichuan representa um símbolo do progresso industrial e científico do país. A nova embarcação reforça a capacidade chinesa de projetar poder naval de maneira autônoma em um cenário internacional multipolar.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Eduardo C.
21/04/2026
Interessante ver como a China acelera o investimento no poder naval. Gostaria de ver números concretos de capacidade e alcance do Sichuan, para comparar com equivalentes americanos e japoneses. Sem dados, fica difícil avaliar se é avanço real ou só demonstração de força.
Tonho Patriota
21/04/2026
AÍ Ó, ENQUANTO O BRASIL TÁ AÍ FAZENDO O L E DISCUTINDO PRONOME NEUTRO, A CHINA TÁ TESTANDO NAVIO DE GUERRA GIGANTE! ISSO É O COMUNISMO SE ARMANDO, PESSOAL! LOGO TÃO DOMINANDO O MAR E VÃO QUERER O NOSSO NIÓBIO! ACORDA BRASIL!
Rubens O Pescador
21/04/2026
Ô Tonho, comunismo não é navio de guerra, é povo comendo três vezes por dia e filho estudando. Aqui o problema não é a China, é o estômago vazio que voltou quando tiraram o pobre do orçamento.
Adalberto Livre
21/04/2026
AH PRONTO, LÁ VEM A CHINA QUERER MOSTRAR MUSCULO DE NOVO!!! ISSO É O QUE DÁ QUANDO O MUNDO FICA PASSANDO A MÃO NA CABEÇA DE COMUNISTA!!! APOSTO QUE NEM SABEM FAZER UM NAVIO SEM COPIAR DOS OUTROS, DEPOIS DIZEM QUE É “PROGRESSO TECNOLÓGICO”.
Maura Santos
21/04/2026
Adalberto, curioso ver gente que aplaude tanque americano se escandalizando com navio chinês. O mundo não gira em torno do quintal da OTAN, viu?
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Os caras tão se armando até os dentes e o Ocidente fingindo que não vê. Isso é o que dá deixar comunista solto, daqui a pouco querem dominar o mar inteiro. Melancia nenhuma vai me enganar com papo de “teste pacífico”!
Renato Professor
21/04/2026
Sgt Bruno, antes de gritar “selva”, vale lembrar que até o Tio Sam faz “testes pacíficos” todos os meses. O problema não é ser comunista ou capitalista — é compreender que projeção naval é instrumento de soberania, não de ideologia.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Enquanto uns países investem pesado em tecnologia e soberania, aqui o governo vive cortando verba de educação e ciência. É triste ver o trabalhador brasileiro sendo empurrado pra informalidade enquanto outros constroem o futuro. Sem indústria forte e respeito aos direitos, a gente continua refém dos outros.
Marcos Conservador
21/04/2026
Mais um passo da China na sua corrida militar. Enquanto isso, o Ocidente finge que está tudo bem, mas é claro que esse tipo de avanço tem viés ideológico e estratégico. Nada é “só defesa” quando se trata de regimes comunistas.
Vanessa Silva
21/04/2026
Interessante ver o quanto a China está investindo em capacidade naval. Isso muda o equilíbrio regional e pressiona outras potências a reverem suas estratégias no Indo-Pacífico. Do ponto de vista urbano e econômico, o impacto indireto é enorme — infraestrutura portuária e logística acabam sendo impulsionadas junto com o poder militar.
Pedro
21/04/2026
Enquanto os caras lá testam navio anfíbio de última geração, eu aqui tentando vencer o IPVA e a gasolina que não para de subir. A diferença é que lá o combustível é estratégico, e aqui é sofrimento diário. No fim das contas, cada um guerreando do seu jeito.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Impressionante o ritmo da China em construir e testar grandes embarcações. Enquanto isso, aqui a gente mal consegue tirar do papel um estaleiro novo. Infraestrutura naval é investimento pesado, mas dá retorno em tecnologia e soberania — era bom o Brasil acordar pra isso.
Luciana
21/04/2026
Enquanto o povo lá investe em navio gigante, aqui a gente mal consegue pagar o gás e o cartão de crédito sem estourar o limite. Bonito ver tecnologia, mas o que muda na vida de quem tá contando moeda pra fazer feira?
Evelyn Olavo
21/04/2026
Mais um passo da China para mostrar força no Pacífico. Esses testes com o Sichuan deixam claro que Pequim está apostando pesado em projeção naval. O equilíbrio de poder na região vai ficar cada vez mais tenso.
Francisco de Assis
21/04/2026
Evelyn, é isso mesmo, minha amiga. Enquanto a China investe em soberania marítima, o Brasil precisa acordar pra fortalecer também sua indústria naval e defesa — não dá pra ficar só assistindo os outros mandarem no tabuleiro do mundo.