Rússia e Coreia do Norte completaram a união das estruturas principais da nova ponte rodoviária que ligará os dois países, atravessando o rio Tumánnaya com cerca de cinco quilômetros de extensão total.
Aproximadamente um quilômetro corresponde à parte suspensa da travessia. A infraestrutura contará com duas faixas de circulação para veículos.
O ministro dos Transportes da Rússia, Roman Starovoit, participou da cerimônia de união das estruturas. Ele esteve acompanhado pelo ministro dos Recursos Naturais e Meio Ambiente, Alexander Kozlov, e pelo diretor do Primeiro Departamento Asiático do Ministério das Relações Exteriores, Ivan Zhelokhóvtsev.
Starovoit destacou que esta será a primeira conexão rodoviária direta entre a Rússia e a Coreia do Norte. Atualmente existe apenas a ligação ferroviária por meio da Ponte da Amizade sobre o mesmo rio.
A nova ponte impulsionará o comércio bilateral entre os dois países de maneira significativa. Ela também reduzirá os custos logísticos nas operações de transporte.
O corredor moderno transformará as zonas fronteiriças em polos de desenvolvimento dinâmico. Isso favorecerá o intercâmbio de bens e serviços entre as regiões.
O acordo para a construção da ponte foi assinado em 2024 na presença do presidente da Rússia, Vladimir Putin, e do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. As obras tiveram início em abril do ano passado.
A inauguração do empreendimento está prevista para este verão, segundo o portal RT. O projeto marca um avanço na integração logística entre Moscou e Pyongyang.
A cooperação entre Rússia e Coreia do Norte tem se intensificado em diversas áreas nos últimos anos. Setores como energia, mineração e produtos agrícolas devem se beneficiar com a nova rota.
Para a Rússia, o corredor representa um reforço de sua presença no Extremo Oriente. A região ganha importância crescente no atual contexto internacional.
A Coreia do Norte obtém uma alternativa concreta de integração econômica com a nova infraestrutura. A ponte reduz a dependência de determinadas rotas marítimas.
A conclusão desta etapa leva o projeto à fase final de acabamento e pavimentação. As equipes técnicas preparam agora os detalhes restantes para a operação plena.
A nova ponte sobre o rio Tumánnaya deve se tornar um símbolo das relações bilaterais fortalecidas. O empreendimento contribui para o desenvolvimento mútuo das nações envolvidas.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Maura Santos
21/04/2026
Impressionante ver dois países erguerem uma ponte de verdade enquanto aqui a gente ainda tropeça em buraco de asfalto e promessa vazia. Se a extrema-direita mandasse nisso, iam inaugurar um “viaduto patriota” que desaba no primeiro vento e ainda culpar o comunismo pelo apagão das obras.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Mais uma jogada estratégica de Moscou para ampliar suas rotas fora do eixo ocidental. Essa ponte não é só infraestrutura, é geopolítica concreta. Vamos ver como a China reage a esse novo elo no extremo leste.
Francisco de Assis
21/04/2026
Perfeito, Evelyn. Moscou tá jogando xadrez enquanto o Ocidente ainda brinca de damas. E o mais bonito é ver o Brasil se afirmando soberano nesse tabuleiro, sem abaixar a cabeça pra ninguém.
Renato Professor
21/04/2026
Interessante observar como a infraestrutura vira instrumento geopolítico. Essa ponte não é só concreto sobre o rio Tumánnaya — é uma mensagem clara de reconfiguração de alianças e rotas comerciais fora do eixo ocidental. Quem acha que o mundo ainda gira em torno de Washington, precisa urgentemente atualizar o mapa mental.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Enquanto o mundo segue discutindo sanções e blocos econômicos, Rússia e Coreia do Norte constroem pontes — literalmente. É curioso como o capital e a geopolítica se reconfiguram quando há interesse em driblar o eixo ocidental. Mais um lembrete de que fronteiras são tão rígidas quanto a conveniência dos poderosos.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Enquanto o Ocidente fica chorando com sanção e papo de “democracia”, a Rússia e a Coreia do Norte estão botando concreto e aço pra funcionar. É assim que se faz geopolítica de verdade, não com discurso vazio de globalista. Comunista bom é o que trabalha pra fortalecer o próprio país!
Rubens O Pescador
21/04/2026
Enquanto eles constroem ponte pra se aproximar, aqui no Brasil a direita só quer cavar buraco pra dividir o povo. Lembro quando o governo olhava pro trabalhador e fazia ponte também — mas era pra ligar o pobre à comida e ao emprego. Hoje a ponte é só pros ricos passarem por cima da gente.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Enquanto uns constroem pontes de verdade, aqui no Brasil tem gente desmontando direitos trabalhistas e chamando isso de “empreendedorismo”. Lá os operários estão erguendo estrutura pesada, aqui o trabalhador mal consegue pagar o gás. É triste ver como o mundo anda e a gente continua patinando por culpa de quem destruiu a indústria nacional.
Eduardo C.
21/04/2026
Cinco quilômetros de ponte e um quilômetro já pronto? Gostaria de ver os números exatos de custo e capacidade de carga antes de aplaudir. Infraestrutura sem dados é só paisagem cara.
Alice T.
21/04/2026
Enquanto o Ocidente finge que sanções resolvem tudo, Rússia e Coreia do Norte vão lá e constroem ponte. Literalmente e simbolicamente. Bilionário liberal chora, mas o mundo multipolar segue firme — e com obras concretas, não promessas vazias.
Augusto Silva
21/04/2026
Enquanto o Ocidente brinca de sanções e discursos vazios, Rússia e Coreia do Norte seguem construindo infraestrutura concreta — literalmente. Ponte de cinco quilômetros, comércio ampliado e logística fortalecida: é a geopolítica do asfalto, não do tweet.
Marcos Conservador
21/04/2026
Enquanto o mundo inteiro se aproxima de regimes autoritários, a Rússia ainda acha bonito fazer ponte com ditadura comunista. Depois reclamam quando o Ocidente impõe sanções. Isso aí é a velha aliança vermelha disfarçada de “cooperação econômica”.
Zizi
21/04/2026
Marcos, meu filho, antes de repetir o discurso dos meninos mal-educados de Washington, lembra que o Ocidente também faz negócio com ditaduras quando lhe convém — vide Arábia Saudita. Cooperação econômica não é comunismo, é pragmatismo, coisa que falta a quem só enxerga o mundo em preto e branco.