A startup norte-americana Solx iniciou a produção de módulos solares híbridos de perovskita e silício em uma fábrica instalada em Porto Rico, em parceria com a empresa californiana Caelux, com capacidade inicial de 3 gigawatts.
A tecnologia de perovskita utiliza cristais sintéticos desenvolvidos desde 2009 para converter luz solar em eletricidade com custos mais baixos e maior flexibilidade de fabricação. Combinada ao silício em células tandem, a solução supera limitações de durabilidade e atinge eficiência superior à dos módulos convencionais.
O módulo Aurora, resultante da aliança, deve alcançar 28% de eficiência energética. O acordo entre Solx e Caelux tem duração de cinco anos e o primeiro lote já foi direcionado a um desenvolvedor do setor.
A produção inicial está em andamento e a Solx planeja ampliar o volume industrial ao longo do próximo ano. O projeto incorpora células da Suniva, empresa sediada na Geórgia que saiu de processo de falência.
A Suniva opera atualmente uma fábrica de 1 gigawatt e planeja expandir para 4,4 gigawatts em nova unidade na Carolina do Sul. O cofundador e diretor executivo da Solx, James Holmes, afirmou que a iniciativa reconstrói a manufatura energética doméstica.
Holmes ressaltou que a produção local reduz a dependência de importações e fortalece a soberania industrial. O presidente da Caelux, Scott Graybeal, declarou que a parceria revoluciona a indústria solar diante da demanda crescente por energia limpa.
Autoridades de Porto Rico veem na expansão da energia solar uma resposta à fragilidade da infraestrutura elétrica da ilha. A rede local sofre interrupções frequentes provocadas por desastres naturais e pela forte dependência de geradores a combustíveis fósseis.
A transição para a fotovoltaica busca entregar maior autonomia e estabilidade ao fornecimento de eletricidade para a população. A localização em Porto Rico permite que a Solx atenda às regras de conteúdo nacional e evite tarifas de importação.
Mesmo diante da orientação do governo Trump de priorizar combustíveis fósseis, as empresas do setor renovável seguem ampliando operações impulsionadas pela queda nos custos de produção. A colaboração entre Solx, Caelux e Suniva consolida Porto Rico como plataforma industrial relevante para a cadeia de suprimentos de energia solar.
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Rick Ancap
22/04/2026
Mais uma empresa surfando na onda “verde” bancada por subsídio estatal. Aposto que metade desse investimento vem de dinheiro arrancado à força dos pagadores de impostos. Se fosse realmente lucrativo, não precisariam de governo metendo a mão. Livre mercado resolve isso melhor e sem parasitismo.
Mariana Ambiental
22/04/2026
Interessante ver tecnologia de ponta sendo produzida no Caribe, mas fico pensando: por que essas inovações quase nunca chegam às comunidades rurais que mais precisam de energia limpa e barata? Enquanto isso, o agronegócio segue queimando diesel e floresta como se o planeta fosse descartável.
Miriam
22/04/2026
Finalmente uma notícia que trata de inovação sem gritaria ideológica. Que bom ver investimento real em tecnologia limpa e produção eficiente. O que importa é fazer o sistema funcionar direito, com metas claras e resultados concretos.
Silvia D.
22/04/2026
Excelente notícia! Investir em energia limpa é investir em saúde pública também — menos poluição, menos doenças respiratórias, mais qualidade de vida. Que esse tipo de tecnologia se espalhe e ajude a reduzir nossa dependência dos combustíveis fósseis.
Adalberto Livre
22/04/2026
EU NÃO CONFIO NESSAS MODAS DE ENERGIA SOLAR, ISSO É COISA DE GLOBALISTA QUERENDO CONTROLAR A GENTE! ESSA TAL DE PEROVSKITA AÍ PARECE NOME DE REMÉDIO, VÃO GASTAR FORTUNAS PRA DEPOIS DIZER QUE O SOL É COMUNISTA!
Renato Professor
22/04/2026
Adalberto, meu caro, a perovskita não é conspiração globalista, é química de verdade — um cristal que converte luz em eletricidade com eficiência impressionante. O sol continua sendo o mesmo de sempre; o que muda é a nossa capacidade de aproveitar sua energia sem queimar petróleo.
Rubens O Pescador
22/04/2026
Bonito ver investimento em energia limpa, mas fico pensando: e o Brasil, que tem sol o ano inteiro, por que não tá na dianteira disso também? No tempo do Lula o povo via usina solar brotar no sertão e cooperativa rural faturar com energia. Agora é só promessa e importação.
Vanessa Silva
22/04/2026
Excelente notícia! A produção de perovskita em larga escala pode mudar o patamar da energia solar e tornar as cidades mais autossuficientes. Gosto de ver quando inovação e planejamento industrial caminham juntos, sem promessas milagrosas, mas com metas reais e mensuráveis.
Tonho Patriota
22/04/2026
LÁ VEM ESSA HISTÓRIA DE ENERGIA SOLAR DE NOVO! ISSO É COISA DOS GLOBALISTA PRA CONTROLAR O SOL E VENDER LUZ EM BITCOIN! ENQUANTO ISSO O BRASIL TEM NÓBIO E PETRÓLEO DE SOBRA, MAS O POVO FAZ O L E FICA ACREDITANDO EM PAINELZINHO DE PEROVSKITA! ACORDA, GENTE!
Augusto Silva
22/04/2026
Tonho, se energia solar fosse conspiração globalista, o deserto do Saara já seria a ONU em forma de painel. Enquanto isso, o Brasil exporta petróleo e importa tecnologia — e ainda tem gente achando que isso é patriotismo.
Zé Trovãozinho
22/04/2026
Mais uma dessas promessas “verdes” pra inglês ver. Aposto que vai ter incentivo público, lucro privado e depois sobra conta pro povo pagar, igualzinho nas experiências socialistas tipo Cuba e Venezuela. Enquanto isso, o Brasil continua dependente de energia cara e decisões do STF.
Zizi
22/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, meu filho, antes de repetir essas ladainhas de WhatsApp, dá uma olhadinha na diferença entre investimento público e subsídio pra empresário estrangeiro. Energia limpa não é “coisa de socialista”, é o futuro — e quem não entender isso vai ficar no escuro com os meninos mal-educados.
Karina Libertária
22/04/2026
Ai gente, olha só, enquanto o pessoal aí no Brasil fica esperando bolsa isso e auxílio aquilo, os americanos tão investindo pesado em tech de ponta! Porto Rico vai bombar com esses módulos solares, e quem tiver smart money já devia estar botando grana lá fora. É assim que se faz progresso, não com choradeira estatal.
Alice T.
22/04/2026
Karina, Porto Rico é território dos EUA e vive de repasses federais — tipo um “auxílio” institucionalizado. E essa fábrica só existe graças a bilhões em subsídios públicos do Bidenomics. O liberalismo de vitrine sempre esquece quem paga a conta, né?